quinta-feira, 21 de setembro de 2017

Aspectos gerais da Palma forrageira (Traduzido por Leôncio).

Jose C.B. Dubeux Jr.a, Hichem Ben Salemb and Ali Nefzaouic
a University of Florida, North Florida Research and Education Center, Marianna,
United States of America
b National Institute of Agricultural Research of Tunisia, University of Carthage, Ariana, Tunisia
c International Center for Agricultural Research in the Dry Areas, Tunis, Tunisia

Traduzido da Cactus - FAO  por Leôncio Gonçalves Rodrigues

Introdução


A produção pecuária permanece a principal fonte de entrada de dinheiro para populações rurais vivendo em áreas secas. Ela e um componente chave da produção viva e um indicador de riqueza. Contudo, o setor encara muitos desafios incluindo constrangimentos alimentares e climática mudança. Pastagens em semiáridas regiões desempenham uma importante função na produção em sistemas pecuários, embora sua contribuição na alimentação animal esteja diminuindo. A produtividade das pastagens são usualmente baixas ( < 5 toneladas de matéria seca [MS].ha-¹.ano-¹) com baixas rendimentos de biomassa consumível (< 1 tonelada DM.ha-¹. ano-¹), conduzindo para baixa transporte de capacidade ( 12 - 15 ha para sustentar uma vaca adulta ano). (Dubeux et al., 2015a). espécies perenes adaptadas são um opção potencial para o melhoramento pra disponibilidade de forragem em áreas secas. A população pecuária tem  aumentado firmemente nas décadas recente, frequentemente resultando na degradação das pastagens.  A escassez de água e um outro importante fator  em regiões secas, ameaçando a sustentabilidade da pecuária baseada nesses sistemas. Projeções globais indicam que o uso da água irá aumentar nas décadas recentes, haverá portanto, menos água disponível para agricultura e produção pecuária.

     Neste senário, a palma se torna uma das mais proeminentes culturas para o século 21. A palama, e uma espécie suculenta resistente a seca que pode produzir > 20 toneladas de MS.ha-¹.ano-¹ e prover 180 toneladas.ha-¹.ano-¹ de água armazenada em suas raquetes, representando uma economicamente viável opção para pecuária consumo de água (Dubeux et al., 2015b). Em tais níveis de produtividade, e possível produzir suficiente forragem para sustentar 5 vacas adultas por ano. e pelos menos um aumento de 60 vezes em relação a produtividade da pastagem. Com pequena e intensa pomares de palma cortada, e possível produzir alimento e reduzir a super pastejo nas pastagens.
     O potencial da palma, contudo, permanece inexplorado. Maiores espécies de palmas forrageiras incluem Opuntia ficus-indica Mill, e Napalea cochenillifera Salm-Dyck., com muitas variedades liberadas em diferentes países.  A relatos de produções de sucesso de palma como fonte de alimento em países como Brasil, México, Sul da África e Tunísia, usualmente devido ao suporte da fortes  entidades de pesquisas e programas de extensão. Para alcançar o sucesso, e essencial envolver todos as partes interessadas  na cadeia de produção pecuária, incluindo produtores, fornecedores, lojas de varejos, pesquisa e extensão e instituições, e políticos. A alimentação pecuária mercado esta crescendo, e ela envolve menos riscos do que a frutos ou mercado vegetal, representando, portanto, um potencial para  empresarial atividade. Em alguns países, raquetes de palma podados de pomares de frutas são usados como alimentação animal, complementando a renda da fazenda. Em geral, a produção potencial de forrageiro de cacto em regiões semiáridas e subutilizada. Há enormes oportunidades para desenvolver a palma  com base em sistemas pecuários de produção, promovendo a subsistência  e reduzindo a pressão em natural pastagens.


Sistemas de produção baseado para cactos

     Dada a falta de informação  superfície de cactos em diferentes agroecologias, não e possível fazer uma avaliação completa da importância do cactos dentro dos vários sistemas de produção.

Nativo
        
     A mais largas áreas de cactos nativos está localizada no México e cobre um estimativa de 3 milhões de ha. Pecuária frequentemente pasteja nessas áreas e nenhum especial tratamento e aplicado. Em alguns países, espécies de cactos podem ser invasoras em plantações e são usadas em similar maneira para nativas plantações. Por exemplo, em Tigray, Ethiopia, Pecuária pasta diretamente o cacto espinhoso. 

Cercas vivas e bosque


Pouco é o conhecimento sobre esta forma de cultivo de cactos, mas ela claramente tem uma importante função em muitos países, especialmente no norte da África e partas da Itália  e Espanha, onde muitas fazendas são protegidas por cercas biológicas usando cactos espinhosos. Em adição para sua eficiência função defensiva, essas cercas tem tradicionalmente reproduzido uma importante  parte na paisagem e organização  e local socioeconômico  como uma evidência de direitos de terra e propriedade em países ou regiões onde propriedade coletiva de terra e prevalente, tal como Norte da África.  Cercas de cactos são frequentemente plantadas  como prova prova de propriedade de terra. Além disso, ela contribui para controle de erosão, particularmente quando estabilizado ao longo de contornos (Lé Houérou, 2002).

Plantação de cactos também toma uma forma de bosque ao redor de casas rurais. Este tipo de plantação e uma fonte de alimentação  para família pecuária, assim como prover frutos para alto consumo e abrigo para famílias de aves. 

Mistura frutos-forragem


    Está e uma muito comum e muito difundido sistema. Ele e prevalente em quase todos os países onde ambientais condições permitem que o cactos cresçam  e podas de cactos e uma parte do conhecimento local  e tradição. Há dois tipos principais de plantação: Intensiva especializada em pomares de fruta, onde o objetivo de produção e boa qualidade de frutos para o mercado local ou exportação; e  pomares com baixa entrada, onde frutos são principalmente  para alto consumo ou mercado local. Em ambos os casos, a poda prover largas quantidade de cladodes no caso da palma raquetes, que são vendidas ou utilizadas na fazenda para alimentação pecuária. 

Reabilitação de pastagem


    O melhoramento de pastagens utilizando cactos sem espinhos tem sido praticado principalmente no norte da África desde os anos 1930 à 1940. Lé Houérou (2002) reporta que plantação de forragens foi sistematicamente desenvolvida, em particular na Tunísia, onde a base para pesquisa conduzida por Griffiths e colaboradores do Texas, Estados Unidos da América. Em 1932 o governo da Tunísia convidou Griffiths e  aplicou 30 anos de experiência de uso do cactos como forragem na Tunísia central para mitigar os efeitos da seca na pecuária. Além disso, terra atribuição foi autorizada na Tunísia central  em condição que contratos beneficiários,  a proposito de plantarem 10% da terra alocada com cactos sem espinho "palma",  para atuar como saída de emergência e suporta como um cultura forrageira de reserva.  Isto demostra uma sabia decisão, por que o países encarava 3 anos de severa seca durante 1946-1948, quando 70-75% da pecuária estava dizimada, mais não em fazendas com plantações de cactos "palma". (Lé houérou, 2002). 

    De um ponto de vista agronômico, em função de reabilitar ou melhorar a pastagem, pastagens fracas ou fazendas pobres em áreas caracterizadas por solos rasos, pedregoso, íngreme ou arenoso ou onde as condições climáticas e também seca para pratica agricultura, uma apropriada estrategia de plantio deve ser adotada: Densidade de 1000 - 2000 solteiras ou pares de raquetes por hectare  com espaço de 5 a 7 m entre ruas e 1 - 2 metros dentro das ruas. Em geral, nenhum especial tratamento são aplicados. Irrigação suplementar pode ser adotado durante o estabelecimento, mais apenas no primeiro ano se muito seco. Plantação são exploradas depois de 3 a 4 anos e total crescimento depois de 7 - 10 anos; se racionalmente manejada, elas podem permanecer produtivas por > 50 anos.












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sexta-feira, 26 de maio de 2017

Cultivo de Melão

    O melão e um fruto, de uma Olerícola (Cucumis melo . L) muito apreciada no Brasil e no mundo por seu sabor, propriedades medicinais como também seus benefícios ao organismo por possuir em sua constituição vitaminas A, B, B2, B5 e C. A região Nordeste e a maior produtora de melão do país com cerca de 95% da produção total concentrada nos estados do Rio Grande do Norte - (RN), Ceará - (CE), Bahia - (BA), Pernambuco - (PÉ). Sendo o Rio grande do Norte responsável por 50% da produção. Um fato interessante para o cultivo do melão e que o RN e CE encontram-se livres da mosca das cucurbitáceas (Anastrepha Grandis), devido ao alto controle das barreiras fitossanitárias. 
     As condições climáticas ideais encontra-se no nordeste (pouca chuva e muito sol), o que permite o cultivo do meloeiro quase o ano todo, porém o meloeiro pode ser cultivado em qualquer parte do país. O meloeiro e uma cultura que tem como faixas ideais de temperatura 20- 30 ℃, podendo ser cultivados a temperaturas superiores, a temperatura influência diretamente na qualidade do melão, aspectos como amadurecimento mais completo e teor de açúcar.

      Deve-se ter cuidado com a associação de altas temperaturas a ventos fortes que podem causar rupturas nos frutos sendo interessante instalar quebra ventos nas áreas de cultivo, ressalva-se que todos os fatores que afetam a fotossíntese afetam diretamente na qualidade do fruto.  A alta umidade do ar promove uma má formação dos frutos e facilita a disseminação de doenças e o surgimento de pragas (Cuidado com umidades superiores a 75%).
       As condições de clima que trazem para o meloeiro maior produtividade e qualidade nos seus frutos são: alta temperatura, radiação solar, baixa umidade relativa do ar, e número de horas de brilho de sol. Tais condições melhora o teor de açúcar, a consistência e em melões aromáticos o cheiro. As melhores épocas para cultivo de melão se estendem de agosto a dezembro.  Por haver uma janela no mercado internacional agregando valor ao melão exportado. Por se tratar de uma cultura de ciclo curto de 60 a 70 dias para inicio da colheita de seus primeiros frutos deve-se ter muita atenção aos controles sanitários e irrigação tendo em mente, seguir a risca os tratos culturais para que a cultura possa ter pleno desenvolvimento  e assim possa produzir frutos de qualidade e em quantidade. São vários os tipos de melões cultivados no Brasil, os principais grupos de melões cultivados são.

Amarelo - Melão inodoro, também conhecido como melão espanhol, possui uma polpa com coloração clara transitando do branco para o creme, seu fruto possui formato ovalado podendo chegar a 3,5 kg.

Cantaloupe - Melão aromático, possui sua casca rendilhada sobre uma coloração esverdeada, seu fruto apresenta formato aredondado  e sua polpa tem um amarelo esverdeado.

Charentais - Melão aromático, possui sua casca lisa  com  coloração verde clara reticulada, seu fruto e arredondado com polpa salmão.

Gália - Melão aromático, arrendondado com uma casca verde no inicio e amarelo quando madura, possui rendilhamento parecido com o cantaloupe, sua polpa vai do branco ao branco escuro esverdeado.

Pele de sapo -  Melão inodoro, possui sua casca verde clara com manchas verdes escuras, levemente enrugada e dura, os melões comercializados são de maior tamanho.


O melão quando maduro deve apresentar níveis de sólidos solúveis totais entre 11 e 14 ° Brix


A produtividade de melão (comercial) pode varia de 30 - 40 t.ha, sendo que produções maiores estão diretamente ligadas aos níveis de tecnologia adotados como também ao sistema de manejo e tratos culturais conduzidos no decorrer do ciclo da cultura. 


Espaçamento para cultivo 


     Diversos arranjos podem ser utilizados, no entanto o arranjo que veem sendo comumente adotado e apresentando bons resultados e com 2 metros entre linhas e 0.4 metros entre plantas, perfazendo um total de 12.500 plantas por hectare admitindo-se um produtividade de 35 t, temos uma média de peso  fruto planta de 2.8 kg sendo está produtividade comercial. 


Preparo do solo 

A área para plantio deve ser relativamente plana com boa receptividade de luz solar, após limpa a área devera sofre os seguintes tratos:

Aração: Aração deve ser realizada com profundidade média de 25 a 30 cm.

Correção do solo: Caso necessário realizar a correção do solo com calcário e gesso (30 dias antes para que ocorra a reação necessária para redução do pH a níveis ideais ou para o controle de alumínio ou sódio).

Gradagem: A gradagem deve ser realizada a fim de promover uma  melhor homogenização do solo, devendo ser realizada no sentido contrario a aração.

Sulcamento: Com sistema de irrigação previamente dimensionado e tendo conhecimento dos locais onde serão instaladas as linhas de gotejadores, realiza-se o sulcamento com profundidade de 20 cm, dentro do sulco aplicará-se de 5 a 10 t de composto orgânica ou  biodinâmico.

Camalhões: Após a abertura dos sulcos e a aplicação de composto orgânico realiza-se a confecção dos camalhões que devem possuir de 15 a 20 cm de altura por 30 a 40 cm de largura.

Adubação química:  Em cultivos convencionais, tem-se aplicado as seguintes proporções de NPK por hectare. 40 kg. N  - 400 kg. P2O5 - 150 kg . K2O, obtendo-se bons resultados.

Instalação das linhas de gotejadores: Nesta etapa a linha de gotejadores será instalada sobre o camalhão dividindo o mesmo ao meio, nesta etapa deverá ser realizado alguns procedimentos para verificar o funcionamento adequado do sistema tais como: 

a) verificação do sistema de filtragem;
b) verificação da vazão e pressão do sistema;
c) verificação da eficiência do sistema;
d) verificação dos pontos de vazamento e posterior correção;
c) lavagem da rede de irrigação caso o sistema tenha passado muito tempo inativo;
d) verificação dos gotejadores e resolução de problemas como entupimento, caso sendo necessário realizar a limpeza com peróxido de hidrogênio (ver artigo neste blog).
f) qualidade da água entre outros. 


Instalação da manta (mulching): Verificando estes pontos realiza-se a instalação da manta, deve-se ressaltar que pode-se utilizar de instrumentos de identificação para os pontos onde há os gotejadores, afim de localizados quando for realizar a perfuração da manta, a manta deve ser presa com solo do local de modo que fique bem fixa e sem bolhas de ar. Após a sua instalação  e realizado a perfuração dos pontos onde recebera as mudas, para isso pode utilizar de uma recipiente metálico de formato circular com diâmetro variando de 5 a 6 cm. Quanto a cor do mulching veem sendo utilizado tanto mulching de cores pretas como cinza, um fato interessante e que o mulching de coloração preta promove um maior aquecimento do solo o que acelera a mineralização da matéria orgânica e disponibilização de nutrientes, entretanto em regiões muito quentes as altas temperaturas no colo da planta podem provocar o surgimento de doenças fúngicas. 

Plantio

Quanto ao plantio pode ser realizado de duas maneiras, direto no solo ou transplante de mudas. Antes do plantio, em ambos os casos deve-se realizar uma irrigação previa antes do solo receber as sementes  ou mudas.

Plantio de sementes: Quando o plantio for realizado por sementes deve se realizar um plantio em paralelo em bandejas no mesmo dia, afim de substituir possíveis falhas no campo. 

Transplante de mudas: As mudas podem ser cultivadas em badejas ou copinhos, e deveram ser conduzidas a um viveiro onde passaram a proximamente 8 dias, recebendo os tratamentos adequados para o seu desenvolvimento, quando está estiver com duas folhas formadas deve ser conduzida ao campo para transplante. Quanto ao substrato pode-se utilizar diversos, porém o mais comumente utilizado e a fibra de coco. Uma das vantagens do plantio de mudas e que as mesma apresentam maior sanidade pelo fato de no viveiro ser mais fácil o controle sanitário. No ato do transplante deve se ter atenção em relação ao contato da muda transplantada com o solo. 

Uso do TNT:  O uso do TNT e opcional o mesmo traz alguns aspectos positivos e negativos que devem ser criteriosamente analisados. Incrementa um custo extra pela aplicação da manta tecido não tecido, sua aplicação e realizada após o transplantio e geralmente continua sobre a cultura até os 25 dias após o transplante quando as primeiras flores femininas começam a surgir onde e posteriormente removido para polinização das flores pelas abelhas. A mesmo garante melhor controle de pragas tais como a mosca branca e  lagarta minadora, entre outras. Reduzindo assim aplicações ou mesmo eliminando durante este período. Outro beneficio do TNT e a economia da água de irrigação por promover  uma cobertura da planta reduzindo assim as perdas por evapotranspiração, comumente utiliza-se TNT 80% de gramatura  de 17 mg.m². Deve-se notar que devido a confecção de um microclima entre o mulching e o TNT a temperatura interna em regiões muito quentes pode chegar a 47 ℃, devendo se ficar atento a este fator para que a cultura não seja afetada. 


Manejo e controle de sanidade das plantas

Instalação de colmeias: A instalação de colmeias favorece a produtividade do meloeiro, a planta por ser andromonóica apresenta flores masculinas e femininas na mesma planta, tendo as abelhas como principais agentes polinizadores, a instalação de 3 colmeias por hectare pode favorecer um incremente de 30% na produção de frutos. Em cultivos convencionais deve se ter cuidado na aplicação de inseticidas que podem acabar por matar as abelhas, evitando aplicação 6 as 9 horas.

Manejo integrado de pragas (MIP): O manejo integrado de pragas e uma das melhores formas de se ter um controle de pragas e doenças no pomar, como também estabelecer um criterioso programa de rastreabilidade do pomar, delimitando glebas e talhões, e assim, identificando a origem dos frutos e seus efetivos controles. 

Manejo da irrigação:  Em sistemas de irrigação que não se utilizam de mulching o manejo pode ser feito através de métodos diretos e indiretos tais tais como Tanque Classe A ou através de equações matemáticas como a equação de Penman Mountain corrigida pela FAO, para adoção deste ultimo método será necessário a utilização de dados metateológicos, para tanto deve-se coletar os dados de uma estação meteorológica convencional ou automática que represente a área de cultivo.  Quando a utilização de mulching os melhores métodos são tensiometria, ou métodos padrões de estufa, em cultivos mais simples e em pequenas áreas pode-se utilizar o sensor irrigas. 

Manta amarela:  A maioria dos insetos sentem uma atração pela cor amarela, a passagem de uma manta amarela do período das 5 as 9 nove da manhã embebida em óleo e um excelente controle alternativo para pragas, visto que os insetos possuem sua estrutura respiratória localizada no seu tórax, e ao entrarem em contato com óleo contigo na manta morrem por asfixia. 

Pragas e doenças: São inúmeras as pragas e doenças que atacam o meloeiro, conhecer as principais pragas e seus potências danos e de suma importância para quem está cultivando está cultura pela primeira vez. 

Mosca branca -  A mosca branca reduz o tamanho dos frutos e consequentemente o seu peso, reduz a  a produtividade e afeta a aparência e forma do fruto, quando sugando a seiva secreta uma  substância açucarada comumente conhecida como "mela", desta substancia em associação mutualística surge a fumagina que traz influências diretas sobre a planta reduzindo a taxa fotossinteticamente ativa da mesma. Outro aspecto e que a mosca branca e vetor do vírus do amarelão do meloeiro. Umas das formas de controle e uso do TNT, durante os primeiros dias de cultivo, Produção de mudas em vieiro, Uso de tela amarela embebida em óleo e pulverizações para o controle da praga.

Mosca minadora - A mosca minadora ao deposita seus ovos sobre a folha, ao iniciar seu estado larval abre galerias  em formato zig-zag.

Pulgão - O pulgão entre seus principais danos temos o encaquilhamento e deformação de plantas jovens, danos na brotações e folhas novas.

Broca das curcubitaceas - Basicamente a dois tipos base dessa broca: tipo 1 que ataca principalmente as flores e frutos, e a broca do tipo 2 que atacam as folhas podendo trazer enormes danos e levar a morte da planta. 

Mosca das frutas -  Está mosca deposita seus ovos na casca do fruto, posteriormente as larvas se desenvolvem dirigindo-se para o seu interior, tornando o consumo do fruto inviável. 

Oídio - Seu ataque se caracteriza pelo aparecimento de manchas claras  que formam um mofo branco que vai tomando a folha, estas vão  amarelando e secando, os ramos definham e os frutos sofrem ligeira deformação.

Míldio - Seu ataque parece muito com o ódio mais começa atacar pela parte inferior das folhas, após algum tempo o tecido torna-se necrótico de cor marro telha. 

Cancro - As plantas atacadas apresentam exsudação de uma goma escura no colo da planta.

Murcha de fusarium - Pode acontecer em qualquer estágio da planta, em plantas adultas verifica-se o amarelecimento das folhas mais velhas seguido do murchamento das folhas mais novas.

Cancro seco -  Altera principalmente a zona do colo e o inicio da planta e partes baixas. Folhas atacadas secam por completo ficando aderidas ao colo.

Mancha aquosa - manchas verdes claras oleosas com cerca de 1 mm de diâmetro.

Mucha de Rhizoctonia - Os sintomas desta doença iniciam-se  com uma clorose branca e posterior necrose das folhas. 

Murcha monosporus - A raiz atacada por este fungo causa necrose e apodrecimento.

Colheita e Pós Colheita

A colheita comumente inicia-se 65 dias após o plantio, devendo-se analisar criteriosamente aspectos como  sólidos solúveis, aspecto da casca, tamanho do fruto, cor,  firmeza da polpa. De maneira geral considera-se apto para colheita melões com Brix de  10 -13° e firmeza de 30 - 35.

Após de identificado aptadão para colheita, com auxilio de uma tesoura de poda ou pequena faca sem ponta, realiza-se um corte de 1 a 3 cm de comprimento. O fruto deve ser deixado entre as folhas da planta afim de evitar  exposição direta ao sol, posteriormente deverá ser conduzido ao galpão de tratamento e higienização.  Para limpeza dos frutos pode ser utilizado hipoclorito de sódio na proporção de 50 mg por litro, deve-se manter o pH da solução entre 6.8 a 7 , usando água de boa qualidade. 

Obs.: Para evitar  que os frutos apresentem a conhecida como "Barriga branca", estes devem ser virados cerca de 30 ℃ para que todas as partes do fruto  tenham sido expostas ao sol, assim evita-se a barriga branca e a mancha por encosto. Outra prática importante e o raleio afim de retirada de frutos deformados e que não apresentaram desenvolvimento satisfatório garantindo com que o fluxo de seiva que iria para estes seja direcionado a outros aumentando a qualidade e tamanho. 


Os frutos devem ser condicionados em caixas de papelão e possuem uma classificação que alternada de 1 a 14 em decorrência do número de frutos por caixa. Uma caixa com 6 frutos e classificada como tipo 6 e uma caixa com 8 frutos como tipo 8. As caixas comumente condicionam 5 a 10 melões e até 13 kg. Diferente do melão pele de sapo e Amarelo (conhecidos como melões quente)  podem ser condicionados a temperatura ambiente o melão Cantaloupe (meão frio) deve ficar armazenada em uma câmera de refrigeração sobre uma temperatura de 3 a 4 ℃, ressalta-se que deve-se evitar a mudança de temperatura visto que está pode estragar os melões. A etiquetagem dos melões deve ser feita com etiqueta de polietileno afim de evitar contaminação dos frutos com resíduos químicos. 

O processo de tratamento de pós colheita pode ser simplificado da seguinte forma:

1 - Pesagem;
2 - Limpeza;
3 - Classificação;
4 - Embalagem;
5 - Rotulagem e identificação;
6 - Câmera fria (melões frios)
7 - Comercialização e transporte.


Vídeos para mais informação 








Material de apoio em PDF (SENAR)





Fotos: Tiradas na Fazenda Águas da Tamanduá, Santa Terezinha - PB. Técnico responsável pelo cultivo (Manuel Zacarias & Marcelo).

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quarta-feira, 10 de maio de 2017

Sistema de Retrolavagem de filtros e rede

Fonte: Netafim

A retrolavagem do sistema de irrigação reduz a acumulação de poluentes ao mínimo, por empurralos para fora do sistema.

O sistema deve ser drenado em intervalos regulares. a Frequência depende principalmente  da qualidade da água e do programa de manutenção.

A Drenagem do sistema está compreendia em três etapas:

Retrolavagem dos filtros;
* Drenagem da linha principal e secundárias;
* Drenagem das linhas de gotejadores;


Retrolavagem dos filtros

Para uma efetiva filtração, os filtros devem ser retrolavados sempre que eles tornarem-se sujos.

Filtros de disco ou tela, devem ser retrolavados periodicamente para limpar  qualquer precipitado de paratícula ou matérial orgânico. Filtros emtupidos podem reduzir a pressão dos sistema, baixando a taxa de aplicação de água.

A performance dos filtros depende da eficiência da drenagem e limpeza. Qualquer acumulação ou não eliminação do material irá eventualmente conduzir para o entupimento do filtro, em filtros de áreia ou cascalho, a liberação do mateiral  filtrante durante a filtração da água de irrigação pode provocar entupimento.

Muitos sistemas de filtragem são automatizados e irão realizar a auto limpeza atráves de uma valvúla elétrica ou hidraúlica de 3 vias com retrolavagem, quando uma pré configurada diferença de pressão e alcançada.

Para previnir a perda de nutrientes, se o filtro estive instalado abaixo da unidade dosadora, configure o contralador para pausar a  fertigação ou quimigação durante a retrolavagem dos filtros.  Sempre de prioridade para o  filtro retrolavando. Não realize fertigação ou quimigação durante a retrolavagem.


Cada tipo de filtro têm um sistema de retrolavagem diferente

Os típicos sistemas de retrolavagem de cada tipo de filtro serão descritos abaixo. Contudo , para retrolavagem de filtros específicos, sempre use o manual como referência.

Filtro de tela

A retrolavagem deste tipo de filtro e realizada durante operação filtragem. A valvúla automática abre uma saida de água, que cria uma sucção no eixo de lavagem.

O giro do motor  do eixo de lavagem move  a sujeira para frente, extraindo a sugeira da superfície  do interior da tela de filtragem.




Imagem abaixo apresenta um sistema de filtragem de tela da pluvitec, este sistema a limpeza e lavagem da tela deve ser realiazada manualmente sempre que a diferença de pressão na entrada e saída alcançar os limites estabelecidos.


Filtro de disco

Durante o a operação de fltragem , o pistão interno no topo dos filtros em série
, suporta a pressão dos discos juntos. Todos as valvúlas automáticas de entrada são abertas e a valvúla de drenagem e fechada. Água flui atravéz dos disco para o interior da linha de irrigação.

Durante o processo de retrolavagem, o pistão no topo dos filtros, difunde os discos para permitir que a água flua entre eles e carregue a sujeira dos sulcos dos discos. A valvúla automática de entrada e fechada e valvúla de drenagem e aberta.




A abertura da saída de água cria uma diferença de presão atráves do filtro permitindo que a água flua dentro do filtro atravéz sua sáida  e fora do sistema de saída, retrolavando os filtros. Filtros em paralelos são drenados em sequências.

O filtro apresentado na imagem abaixo são de discos porém estes, estão instalados para limpeza manual, podendo ser automatizado.



Filtro de Áreia

Durante a operação de filtragem, as valvúlas de três vias fecha, e o filtro e a sáida de drenagem. Enquanto a água flui atráves da áreia para a linha de irrigação.

Quando a retrolavagem e executada, a valvúla de três vias fecha um dos filtros e abre a sáida de drenagem enquanto bloqueia a água no interior do filtro. A abertura da saída de drenagem cria um pressão diferêncial atráves do filtro, permitindo a água fluir no interior do filtro atráves de sua saida e da saida de drenagem, a  retrolavagem do filtro de áreia e e realizado em seguência.




Hidrociclone separador de áreia

Para descarregar a áreia acumulada no tanque de compartimento de áreia no fundo  hidroclicone separador, abra a valvúla de sáida de água do filtro.






Font

Manutenção períodica dos filtros

"Antes de iniciar a manutenção do filtro, estejá certo que o filtro não está sobre pressão."

Filtro de áreia

O filtro pode perder alguma áreia durante os ciclos de retrolavagem, então mesmo se o filtro estiver trabalhando em ordem, pode ser requerido adcionar áreia de tempos em tempos. Enquanto retrolavando, verifique a drenagem dá agua do filtro na saída pelo toque detecte a perda de áreia.

Filtro de tela

Tire a tela fora do comportimento do filtro e limpe-o com água presurizada e escovas. Visualmente inspecione a tela por quebras ou furos e substítua quando necessário.

Filtro de disco

- Abra o compartimento do filtro e libere o pistão que suporta os discos presandos juntos;
- Retire os discos fora do compartimento;
- Amarre os dicos com um fio ou cabo de aço em forma de laço, não amarre muitos discos em um laço,  e importante que a solução de limpeza alcançe todos as superfícies do disco;
- Mergulhe os discos na solução, esteja certo que todos os discos estão frouxos e o tenha contato de ambos os lados com a solução. Não coloque muitos disco ao mesmo tempo.
- Se os discos permanecerem sujos repita o último passo.


Solução para uma superfície de água com matérial orgânico e resíduo biológico

Faça uma solução de 10% de peróxido de hidrogênio: Coloque 7 litros de água em um containe e adcione 3 litros de peróxido de hidrogênio a 35% ou ponha 8 litros de água em um conaine e adicione 2 litros de peróxido de hidrogêno 50% na água.

Solução para água com magnésio, ferro ou depósitos de carbono

Faça uma solução de 10% ácido clorídico. Coloque 7 litros de água em um containe e adcione  3 litros de ácido clorídico 30-35% na água.

- Mexa os discos na solução por alguns minutos. O tempo total de submergência deve ser de 1 a 3 horas;
- Se a solução já não está limpando os dicos, substitua por uma nova mistura;
- Inspecione visualmente os dicos para limpeza e  os dentes quebrados e substítua qualquer disco danificado;
- Enxaque os discos com água limpa;
- Coloque os discos de volta no filtro, estejá certo de colocar de volta o mesmo número de disco que foram tomados fora. Aperte o pistão que pressiona os discos, para que os mesmos fique próximos e feche o compartimento do filtro;
- Drene o filtro algumas vezes para remover todos os químicos.


Drenagem da principal, derivação, distruibição e linha de gotejadores


Drene a principal, sub-principal e linhas de distribuição e uma importante operação que frequentemente não obtém a atenção reguerida. Mesmo com o filtro primário na estação de controle, pequenas partículas podem passar e deverá ser fisicamente removida do tubulação do sistema.

A drenagem das linhas vai reduzir consideravelmente a acumulação de matérial orgânico e inorgânico e matériais minerais do sistema. Este previnirá esses minerais alcance os gotejadores e eventualmente entupaos, assim minimizando a aquantidade de produtos químicos requerida para manter o sistema. Regule drenagem  da principal  e demais linhas resultará em uma significante econômia de trabalho, tempo e produtos químicos. A linha principal, derivação, destribuição  devem ser drenadas em sequência, cada uma delas deverá ser drenada por ao menos dois minutos ou até a água fluir limpa.

Obs.: Os tubos devem ser drenados em intervalos regulares. A freguência depende principalmente na qualidade da água e o programa de manutenção.

A drenagem e efetiva apenas quando o fluxo dentro da principal, derivação e distribuição e suficiênte para permitir adequada velocidade de drenagem no sistema.


Fonte: Netafim




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sexta-feira, 5 de maio de 2017

Tratamento do sistema de irrigação com cloro

Fonte: Netafim 

Matérial

Cloro está disponivel em para comercial uso em gás, líguido e sólido estado. Cada tipo tem suas vantagens e desvantagens. A adequabilidade, disponibilidade e o preço de cada matérial deve ser tomado em conta antes de decidir qual usar.

Formas comumente dispónivel usualmente incluem

- Cloro gasoso, (CL2, 100 % cloro ativo).
- Cloro sólido (Hipoclorito de cálcio, contém  60-85% cloro atívo). se a água contem alto níveis de alcalinidade, dureza e alto pH, é recomendado não usar está forma.
- Cloro líguido (Hipoclorito de sódio, contém 7-13% cloro ativo). Cloro líguido e instável e decompõem rapidamente no tangue de armazenamento, dependendo do temo, temperatura e solar radiação.

Não use liguido cloro por longos périodos de tempo. Mantenha o armazenamento do tangue na sombra. Se ele tiver de ser mantido sobre a luz solar direta, pinte o tanque de armazenamento com a cor branca. 

Métodos de aplicação

Use um ou dois dos seguintes métodos de cloração.

Injeção continua:

Cloro e constantimente injetado durante o entero ciclo de irrigação. Isto e um método mais eficiente, mas o consumo de cloro e muito mais alto.

Injeção seletiva:

A freguência desta tratamento seletivo será determinado de acordo com a disponibilidade de água no sistema, e póderia ser diaramente, semenalmente e mensalmente.

Cloro injetado fuante a ultima hora de irrigação. Toma-se em cosideração o tempo o temo para o cloro obter o final do sistema. Com este método, ambos o cloro consumo e eficiência e mais baixo do que a continua cloração.


Designando o ponto de injeção 

Cloro pode ser injetado em dois diferentes ontos do sistema. Cada onto tem suas vantagens e disvantagens. 

Ponto de injeção:

Tão próximo como póssivel do sistema de bombeamento: Previne o crescimento de limo bacterial no tubulação principal e proteje o sistema de irrigação. 

Longe do bomba e tão próximo como póssivel do ponto de tratamento: Não protege a linha principal e não e recomendado em casos de água efluente, enxofre, ferro e mágnesio.


Dosagem:

É perigoso injetar cloro e ácido no mesmo ponto de injeção ao mesmo tempo. Quando é necessário reduzir o pH usando ácida injeção, cloro e ácido devem ser injetados em dois diferentes pontos, com no mínimo 3 metros entre os dois pontos. 

O ponto de injeção ácida deve ser a montante do ponto  de injeção de cloro.

Durante o ponto de injeção de cloro, e proibido reduzir o pH a um nível inferior a 6.

A requerida quantidade de cloro depende  da qualidade da água, a limpeza dos tubos e cojetadores e tamanho do sistema. 

Medindo cloro concentração no sistema

Controlar o nível resídual de cloro e uma  integral para do tratamento. Siga as orientações abaixo em ordem de assegurar que a correta dosagem e aplicada. 

1. Concentração de cloro

Com gotejadores não compensantes = limitado pela sensibilidade da cultura
Com gotejadores compensados com pressão = <30 ppm + limite da sensibilidade da cultura
Irrigação por pulso com pressão compesada CNL gotejadores = <30 ppm + limite pela sensibilidade da cultura.

Drenar gotejadores após tratamento

2. O concentração de cloro deve ser verificada regurlamente, ao menos uma vez ou duas vezes na semana. Quando a continua injeção método e utilizado, a quantidade injetada deve ser ajustada inicialmente de acordo com a concentração resídual. 

3. A concentração de cloro resídual deve ser verificada no ponto mais distante do ponto de injeção dentro do sistema.

Resídual cloro = Cloro injetado - Cloro demandado pelo sistema 

4. Antes  de tomar uma amostra, abra o fim do linha de gotejamento permitindo que ela drene livremente por 10 segundos.

5. O kit de teste de cloro tem dois reagentes, em ordem de medir ambos cloro livre e cloro combinado. Quando o cloro e testado no drenagem, o tratada ou resídual água, ou quando o fertilizante com base de amônia e injetado no sistema, medi-se o cloro combinado.

6. Se o cloro concentração de água e mais alta do que a capacidade do kit de teste, simples amostas devem ser díluidas usando água destilada apenas. em função de terminar a concentração, mutiplique o resultado pelo fator de diluição. 

O cloro resídual deve ser medido com o mesmo kit do quantidade de cloro injetado menos a quanidade de cloro consumida durante o tratamento devido a sua ação, principalmente onde existe máterial orgânico.

Obs.: O Cloro resídual deve ser verificado na mais distante ponto do sistema, Abrir o  fim do sistema  do quarto ou quinto linha de gotejadores do fim  e deixar a água fluir por 10 segundos tomando uma amostra.


Dosagem de cloro 

A seguinte concentração de níveis de cloro recomentada a ser injetada no sistema e a requerida concentração de cloro.
Depois da injeção, medir a concentração de cloro resídual e ajustar as dosagens seguintes:

- Se a concentração de cloro resídual e muito baixa, aumentar a dosagem do concentração injetada ou ampliar o tempo de injeção.
- Se a concentração de cloro e muito alta, dimnuir a cocentração de injeção. 

Determinando a quantidade de cloro injetada no sistema

A quantidade de cloro injetada no sistema irá depender do tipo de cloro usado.

Cloro gasoso

Quando o cloro gasoso e usado a dosagem e baseada no Colinador. O conlidor controla o fluxo de gas. O Cálculo e simpes desde que o matérial sejá 100 % puro.

1 g de cloro gás em 1 m³/h de água = 1ppm

Exemplo: Em um sistema com 100m³/h, deseja-se uma concentração de cloro resídual no final de 1 ppm, a concentração de cloro demanda pelo sistema e de 4 ppm, qual e a concentraçãoi de cloro requerida no ponto de injeção:

5 ppm (1+ 4)

O taxa de fluxo de gás cloro no sistema  e de  = 5*100 = 500g/h (gramas por hora)

Cloro líguido e sólido

O cloro líguido e muito menos estável qeu o cloro sólido. Não armazene cloro líguidos por longos périodos.

Exemplo:

Em um sistema de vazção 100 m³/h, com uma concentração de 10 % da solução injetada, deseja-se um cloro resídual no fim do sistema de 1 ppm,  com uma demanda de cloro do sistema de 4 ppm, a concentração de cloro requerida no ponto de injeção (5ppm (1+4)).

Formula para calcular a solução de cloro no ponto de injeção:

Vazão injetada de solução de cloro em l/h:  (Cloro requerida concentração * Vazão do sistema em m³/h) / concentração do cloro inejteado * 10

Obs.: O número 10 e um coefiente que simplifica a conversão das unidades

Vazão de cloro injetado no sistema em litros por hora = (5 ppm * 100 m³/h)/ (10*10) = 5 l/h de cloro solução.

Obs.: o tempo de injeção e menor do que 45 minutos.

Para mais informações ver versão original no portal da "NETAFIM".



Traduzido do inglês.







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quinta-feira, 4 de maio de 2017

Tratamento do Sistema de Irrigação com Peróxido de Hidrogênio

Fonte: Netafim all rights

Segurança

Peróxido de hidrogênio  (H2O2) é tóxico e perigoso para humanos, antes de usar o peróxido de hidrogênio, leia todas as instruções para peróxido tratamentos.

- Antes de preencher qualquer tanque com solução de peróxido de hidrogênio, drene-o completamente para remover traçaos de fertilizantes e outros.
- Evite contato com os olhos. O contato do peróxido de hidrogênio com os olhos pode causar segueira.
- Evite contato com a pele. O contato do peróxido de hidrogênio com a pele pode causar queimaduras.
- Use roupas de proteção quando estive trabalhando com peróxido de hidrogênio. Use oculos, luvas, mascará, calças longas, camiseta longas e sapatos fechados.
- Evite ingerir ou inalar. Ingerir o peróxido de hidrogênio pode ser letal.
- Durante o tratamente, um segundo operador deve estar presente, que possa ajudar caso necessário.
- Permaneça no local durante todo o tratamento. Mantenha pessoal não autorizado fora da área de tratamento.

Cuidado! - O contato direto do peróxido de hidrogênio e fertilizantes ou outros produtos químicos pode causar ao tanque uma explosão. Isto é altamente perigoso. 

A injeção de peróxido de hidrogênio na água de irrigação contendo os fertilizantes não e perigosa. 

Peróxido de hidrogênio como  como um agente oxidante

Por mais de uma decada, o uso do peróxido de hidrogênio para disinfectação ou oixidação da água de irrigação tem se tornando muito difundido.

Anteriomente a isto, Cloro era usado mais ele era encontrado depois da oxidação e processo de disenfectação, orgânico cloretos, que produzem compostos cancerigínos, tais como triclorometadno, começaram aparecer, e o processo contaminava o meio ambiente.  Em fato, muitos países passaram leis contra a cloração da água e está e uma tendência crescente.

Atualmente, peróxido de hidrogênio e usado para limpar a tela, e filtro de disco de cascalho. Ela e tambem usada como um agente oxidante para frutos e vegetais antes do armazenamento, e para desinfecção de instalações públicas.

Peróxido de hidrogênio e um forte agente oxidante. Ele libera atômos de oxigênio que reagem rapidamente, e oxidão a matéria orgânica.

As vantagems do péroxido de hidrogênio

- Rápida reação
- Ambientalmente seguro
- Não gera perigo para os produtos

Peróxido de hidrogênio e ambientalmente amigavel, não contamina o solo, e não prejudica o aquífero, e indiretamente faz mais oxigênio dispónivel para o solo e as plantas.

A reação de oxidação e rápida, assim o peróxido de hidrogênio e consumido rapidamente  sobre o contato com a água de irrigação, e ele e biodegrádavel. Sua velocidade permite o suso do peróxido de hidrogênio para oxidação e desinfecção da fonte fonte de água e também na promidade dos filtros.

Obs.:"Peróxido de hidrogênio e indicado para oxidar ferro e maganesio". 

O peróxido de hidrôgenio e comumente utilizado em estufas, ou rede casas ou tuneis. ou em substratos, onde o sistema de irrigação atravessa curtas distâncias. Cloração poderia causar significante risco para as raízes e substratos. O requerida concentração de peróxido de hidrogênio na entrada do sistema depende  da qualidade da água (oxidação potêncial e redução da concentração de orgânico matérial na água). Em geral entre 1 a 10 ml de peroxido de hidrogênio (agente ativo) são requeridos fora cada metro cúbico de água (1 to 10 ppm).

Uso do peróxido de hidrôgenio

Peróxido de hidrôgenio e poderoso oxidante agente e e efetivo para o sequinte:

- Previne a acumulação de bacterial limo no tubulação de derivação e linha de gotejadores.
- Para limpeza de sistema de irrigação com acumulada matéria orgânica depositos e bacterial limo
- Para oxidar micro elementos tais como  (ferro e ácido sulfúrico) e traço de elementos ( tais como magnesio), e previne bactéria propagação.
- Melhora a filtração principal e secundária sobre condições de carregamento orgânico.
- Desinfecta e trata água de reuso, esgoto, água de irrigação, água para consumo e água para píscinas.
- Previne e elimina água odores e interferindo com a atividade bilógica.
- Reduz DBO e DQO valores oxidando a máteira orgânica e inorgânico poluente materiais.

Peróxido de hidrogênioe um dos mais poderos cochecidos oxidantes. Ele e sempre decomposto em uma reação exotêrmica na água e oxigênio gasoso.


2H202 = >2H2O + O2  

Péroxido de hidrogênio => 2 moleculas de água + uma molecula de oxigênio

Obs.: Não use o peróxido de hidrogênio em tubulações ou tanques de armazenamento que são produzidos de ferro ou cemento de amianto ou se eles forem cobertos com cimento.

Peróxido de hidrogênio não e efetivo para previnir or dissolver sedimentos em escala como, areia e etc.

Composições químicas do peróxido de hidrogênio

Concentração : 35 - 50 %
Físico estado: Liquído
Cor: Sem cor
Peso molecular: 34.01
Ponto de ebulição: 108 - 114 °C
Ponto de condensação: -32 - -51°C
Pressão de vapor a 25 °C : 23  - 18 mm Hg
Gravidade especifica (H2O = 1) : 1.132 - 1.195
pH; <5 - <4

"Primeiro valor 30%  e o segundo 50%."


Devido as razões de segurança e custo a empresa "Netafim" recomenda usar uma concentração não maior que 50% de peróxido de hidrogênio.

Terminologia

Injetado de peróxido de hidrogênio : É a concentração (ppm) do produto, calculado no ponto de injeção.

Peróxido de hidrogênio resídual: É a concentração (ppm) do produto, medido na mais distante ponto de tratamento.

Peróxido de hidrogênio requerimentos são altos em águas residuais e em água residual da industria, e baixa para água potável e outros tios de água com nenhum carregamento orgânico.

Para  águas residuais ou industrias com resíduos condições, não e póssivel calcular a quantidade de concentração requerida de peróxido de hidrogênio. Portanto e necessário injetar uma arbitrária quantidade, o uso do kit de teste para verificar a concentração residual no fim do sistema, e uma correta dosagem adequada.

Para uma água potável ou sem carga biológica, e fácil calcular a quantidade de peróxido de hidrogênio para ser injetada para o sistema.

Metódos de aplicação


Á dois metódos de aplicação de peróxido de higrogênio

Continua injeção com baixa dosagem

Peróxido de hidrogênio e injetado continuamente durante o ciclo de irrigação. Isto e muito um metódo muito eficiente, mais com um mair consumo de peróxido de hidrogênio.

Injeção Seletiva

A frequência para este seletivo tratamento deverá ser determinada de acordo com a qualidade da água no sistema, e podera ser diaramente, sememanalmente ou mensalmente.

Péroxido  de hidrôgenio  e injetado durante as última hora de irrigação. Não esqueça de tomar em conta o tempo requerido para o peróxido de hidrogênio alcançar o  fim do sistema. Come este metodo, ambos o consumo e a eficiência e mais maixa do que com uma continua baixa dosagem de injeção ou peróxido de hidrogênio.

Obs.: Para remoção de todo o resíduo de peróxido de hidrogênio do sistema deveria ser verificado em seu maior ponto distante. Obra o fim do tercerio, quarto ou quinto linha de irrigação do fim do sistema e leixe a água fluir por segundos antes de tomar amostras.


Designando o ponto de injeção

O peróxido de hidrogênio pode ser injetado dentro do sistema por dois diferentes pontos. Cada ponto tem suas vantagens e disvantagens.


Tão próximo como possivel da bomba do sistema de irrigação : Previne o crescimento de bacterial limo na tubulação principal e protege o sistema de irrigação.

Longe da boma ee tão póximo quanto póssivel do ponto de tratamento: Não protege a tubulação principal e não e recomendado em casos de água efluente, enxofre, ferro ou magnesio.

A quantidade reguerida de peróxido de hidrogênio depende da qualidade da água e qualidade, a limpezea dos tubos e linha de gotejadores, e o tamanho do sistema.


Obs: Messa a quantidade de peróxido de hidrogênio concentração a ser usada como um peróxido de hidrogênio kit de teste. Depois da injeção, messa a quantidade residual de concentração e ajuste a dosagem como segue:

* Se o concentração residual e muito baixa, aumenta a concentração de injeção.
* Se a concentração residual e muito alta, reduzir a concetnração de injeção.

Recomendados níveis de peróxido de hidrogênio concentração  antes e depois da injeção


Medida de peróxido de hidrogênio concentração no sistema

Controle da quantidade do peróxido de hidrogênio residual e uma integral parte do tratamento. Siga as intruções abaixo em ordem de garantir que a correta dosage está sendo usada:

- Quando usando em continuo injeção método, o peróxido de hidrogênio concentração deve ser examinado regurlamente, ao menos uma vez a cada semana. Em adição, a injeção quantidade deve ser ajustada de acordo com a residual concentração.

- A concentração de peróxido de hidrogênio no ponto de injeção não deveria ser mais do que 500 ppm.

- A concentreção de peróxido de hidrogênio deve ser verificada na mais distante ponto do sistema.

- Antes tomar uma amostra, abra o final da linha de gotejadores e permita que um fluxo de água livremente de 10 a 15 segundos.

- Use os reagentes no peróxido de hidrogênio kit para mediar a concentração.

- Se o peróxido de hidrogênio concentração na água e mais alta do que no teste de capacidade do kit, uma amostra deve ser tomada diluida em água destilada. para determinar a concentração, mutiplicando o resultado pelo fator de diluição.

Determinando a quantidade de peróxido de hidrogenio para injetar no sistema

Os seguintes exemplos mostram como calcular a dosagem inicial  para varias concentrações de peróxido de hidrogênio. Dépois injeção, pode ser necessário ajustar a quantidade para futuras injeções baseadas sobre as concentrações resíduais.

Onde:

V = Volume (cc) de peróxido de hidrôgenio para ser adciionado na água de irrigação por 45 minutos.
C= Concentração desetada de peróxido de hidrôgenio na água (ppm);
Q = Vazão do sistema tratado por hora (m³/h)

- Em ordem para calcular a requerido volume de peróxido de hidrogênio (35%) para ser injetado na água de irrigação por 45 minutos, use a seguinte formula: V (cc) = 2.5 x C (ppm) x Q (m³/h)

Exemplo:

Calcule o volume reguerido de peróxido de hidrogênio (50%) para ser injetado na água de irrigação usando os seguintes dados:

Q = 100 m³
- A quantidade reguerida de peróxido de hidrogênio concentração na água do sistema e  = 68 ppm
- A quantidade residual da concentração de peróxido de hidrogênio e = 2 ppm

C= 68+2 = 70 ppm
V (cc) = 1.8 x C(ppm) x Q (m³/h)

= 1.8*70*100 = 12,600 cc
= 12.6 litros de peróxido de hidrogênio (50%), para ser injetado por 45 minutos dentro do sistema com vazão de 100 m³/h

Obs.: A recomendada duração de injeção e de no mínimo 45 minutos e a máxima de uma hora. 


Fonte: Traduzido do Inglês ( NETAFIM).

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terça-feira, 25 de abril de 2017

Características de fertilizantes utilizados na fertirrigação

Conhecer as características dos fertilizantes utilizados na fertirrigação e essencial para fazer a escolha correta na aplicação de fertilizantes, com objetivo de prover os correctos nutrientes no hora certa para planta.


Composição Química

Os fertilizantes podem ser simples ou compostos:

Fertilizantes simples: São fertilizantes que consistem apenas de uma singular produto. Por exemplo: úreia, amônia, nitrato, cloreto de potássio.

Fertilizantes compostos: São os produtos obitidos da mistura de fertilizantes simples, geralmente não são usados na fertirrigação.

Quanto a sua fomra os fertilizantes podem ser, solidos ou liquídos, os liquidos podem ser injetados diretamento dentro do sistema de irrigaçãoa, quanto que os solidos devem ser dissolvidos em água para reduzir a  uma adequada concentração de injeção. A solubilidade e  um fator muito importante, as características devem ser consideradas a prepara  fertilizantes líquidos. Todo fertilizante tem seu nível de solubilidade, que e influenciado plea temperatura da água in que e dissolvido. "Apenas fertilizantes que são soluveis em água e completamente livres de impurezas são permitidos para serem utilizados na irrigação por gotejamento".


Interação do fertilizante com água

Fertilizantes são sais que reagem com outros sais encontrados na água de irrigação. Portanto, e muito importante considerar a composição química da água usada apra preparar fertilizantes líquidos. Por exemplo: Sobre condições de agua com alta alcalinidade, o fósforo de um fosfato fertilizante precipita com o cálcio e o magnésio presente na água. Esses precipitados podem ser visto no tante de fertilizante.

Interação entre fertilizantes

Há fertilizantes que não devem ser usados na mesma mistura, como eles são incompativeis. Em alguns casos, quando misturados, esses fertilizantes imediatamente induzem uma cristalinização and causam o intupimento do sistema de irrigação.

Teste do Jarro

Para evitar injeção de produtos que podem obstruir ou por outro lado danificar o sistema de irrigação, realizar um simples teste de jarro descrito abaixo antes da injeção de fertilizantes, acidos ou qualquer químico. Isto e especialmente importante se a primeira vez ou um específico produto  ou mistura que está sendo utilizado, ou quando usamos um produto fornecido por um novo vendedor.

Para realizar o teste da jarra:

- Use um recipiente limpo, transparante que contenha no mínimo 2 litros de água.
- Preencha ele com a mesma água usada para o sistema de irrigação, tomada do ponto de injeção do sistema.
- Adcione o produto/s na água contida na jarra a exata taxa prescrita na injeção.
- Manualmente mexa o conteudo do recipiente até os produtos completamente dissolverem.
- Se o produto não dissove após alguns minutos, não injete o produto ou mistura no sistema de irrigação.
- Se o produto dissolver adequadamente, coloque o recipiente em descanso por 24 horas em temperatura ambiente, projetido da luz direta do sol.
- Depois de 24 horas, visualize e examine o contéudo do recipiente contra a luz e verifique por algum tipo sedimentação, coagulação ou solidos precipitados.
- Se algum destes estiver presente, não injete o produto ou mistura dentro do sistema de irrigação.

Corrosividade

Muitos fertilizantes, ambos sólidos e líquidos, atacam metais na irrigação e fertirrigação sistema. Geralemnte alta acidez da solução, causa o maior corrisivo efeito. Por exemplo: a combinação de cloreto de potássio and acido fosfóro e altamente corrosivo.

Volatilização

Fertilizantes que contém úreia e amônia podem ser perdidos plea volatilização da amônia. Os tanques que armazenam a fertilizante líquido devem ser vedados, se a mistura for permanecer por mais de 4 dias.

pH do fertilizante

Fertilizantes líquidos tem diferentes níveis de pH que podem afetar a cultura e o sistema de irrigação, um aceitável nível de pH para as culturas e de 5 - 7.

pH acima de 5 ácido: Pode danificar os cotejadores do sistema e seus componentes que são materiais que contem Acetal, dependendo da duração e da exposição a substancia e a temperatura do ambiente.

pH 5 - 6 Mediamente ácido : Quando combinado com certos nutrientes, podem danificar o cotejadores como os componentes do sistemas que são matérias que contém Acetal, dependendo da exposição a substancia e a temperatura do ambiente.

pH 6 -8 Neutro : Não causa danos quando utilizados os fertilizantes adequadamente.

pH acima de 8  base: Quando combinado com certos nutrientes, pode ocorrer a sedimentação, causando entupimento dos gotejadores e seus componentes.

Salinidade

Ferlizantes são sais que contruibuem para o aumento da salinidade na água de irrigação. O nível de condutividade elétrica  reflete a salinidade da água, e medido com um condutivimetro de bolso ou em laborátorio.

Higrocospocidade

Fertilizantes solidos tem a propriedade dea aderir umidade; e este endurecer os granulos e fazer que sejám dificeis de manipular depois. É imporatne manter eles em ambiente fechado para evitar este fenômeno.


Fertilizantes Líquidos

A temperatura da água em que e dissolvido os fertilizantes líquidos influencia na quantidade de fertilizante dissolvido, como mostra a sequinte tabela.


Pode ser observado que a temperatura da solução do fertilizante afeta fortemente o efeito do fertilizante solubilidade, como no cado de úreia. Em contrate, as caractéristicas do sulfato de amônia são quase afetados não diretamente plea temperatura

Geralmente, a temperatura da água, sobre condições de camo, e mais alta do que 20 °C. Portanto, ele pode ser visto que logicamente assume o tempo de preparo do fertilizante, que quanto mais alta a temperatura maior a quantidade de fertilizante que pode ser dissolvido, mas um crucial paramentro foi ignorado....

quando fertilizantes são misturados juntos com água, a reação com a água e seus produtos ocorrem, que esfria a mistura.  Ísto e chamado de endotermica reação. Por causa da menor temperatura da água, a entera quantidade de produto calculada de acordo com a original temperatura antes da mistura não pode ser dissolvida.

"Quando dissolver um fertilizante, não exceda a quantidade de permitida para 10 °C, de acordo com a tabela abaixo.



Ácido tratamento

Ácido pode ser utiliazaod para dissolver, ou prevenir a decomposição de sais, carbonatos, fosfatos e hídroxidos.  "Ácido tratamento não e eficiente em muitas organicas substâncias".

Ácido maninupuação instrução:

- Sempre adcione o ácido na água NUNCA água no acido.
- Evite contato com os olhos. Qualquer contato com os olhos pode cegar.
- Evite contato com a pele. O contato de acido com a pele pode queimar.
- Use roupa de proteção adequada para o trabalho com ácido.
- Evite ingerir ou inalar. Ingerir ácido ou inalar sua fumaça pode ser fatal.
- Durante ácido tratamento, um segundo operador deve estar presente, para se necessário prover ajuda.
- Manter toda não autorizada pessoa longe do tratamento com ácido.

Injeção de ácido no sistema

Em função de aplicar um ácido tratamento no sistema, a sequintes passos devem ser adotados:

- Verifique a bomba de injeção se é resistente acida corroção e a capacidade do tangue. Ácidos são muito corrosivos a materiais como ferro, alúninio, cemento e outros. PE e PVC tubos são resistentes a ácidos.

- Antes de iniciar o tratamento, drene todos os componenentes do sistema atráves de um fluxo máximo.

- Injeção de acido dentro do sistema de irrigação pela primeira vez, requer uma atenta entrega da concentração durante o tempo estipulado.

- Desligue a bomba de injeção, continue a irrigação pela tempo requerido na tabela abaixo.
- Lave a bomba de injeção com aágua limpa apos todo o uso.
- Ácido deve estar livre de impuridades, tais como gesso e óleos.

Se o ácido usado tem percentagem diferente dos dados incluidos na tabela, ajuste sua concentração de acordo com a percentagem relativa a recomendação acima.

98% de ácido sulfurico e disponível. Qual a percentagem (X) deve ser usada?

X * 98% = 0.6 * 65%
X= (0.6% * 65%) / 98% = 0.4 %

Recomendação para acido injeção processo

- Previne incrustação de sais em água com um alto potencial para formação de sais com baixa solubilidade.
- O requerido pH nível devera ser determinado de acordo com a água qualidade.

Para calcular o requerido pH nivel, e comentando titular a água de irrigação com acido base.

Determinação da curva de titulação

Ácido
Balde
pH digital medidor
10 litros de agua de irrigação para ser usada

Processo

- Colegue a água de irrigação em um balde
- Grave o pH nível da água
- Adicione 1 ml de ácido e misture a solução
- Grave o pH nível da solução
- Repeat os 3 e 4 paços até o desejado pH nível for obtido

Se o pH mudar abrutamente, e recomendadeo dilui o acido em água ou usar um mais largo volume de água.

- Construa uma curva ou tabela usando a varição inicial de ph in coordenação com o volume de ácido como parametro.
- O resultado ira prove uma aproximação da quandidade de ml de ácido por litro de água necessária para reduzir o pH ao nível requirido.

Obs.: 1 ml de acido por 10 litros de água e igual a 1L de acido por m³ de água.

Dissolvendo as incrustações de sais de baixa solubidade em sistemas de irrigação

A recomendada concentração de acidos é 0.6% em ordem de atingir está concentração de acido na água injetada. injete um litro de acido para todo metro cubico de água por hora to be tratado por 10 minutos.

Em ordem de verificiar se o tramtamento e eficiênte, o valor do pH mais distante ponto deve ser menos que 3 minutos.

Exemplo:
Taxa de injeção do equipamento 50 m³.h
Necessario: 50 litros
Tempo de injeção: 10 minutos

se a capacidade de injeção da bomba for menor do que a requerida ela não será capas de injetar todo o produto requirdo acido dentro do specificado tempo, uma extra injeção da bumba deverá ser adcionada, se a capacidade de injeção da bomba for maior que o necessário, adicione água ao tanque com a solução até alcançar o volume necessário para assegurar os 10 minutos de injeção.


Orgânica fertigação

A aplicação de orgânico nutrientes atráves do sistema de irrigação localizada requer especial atenção

- Orgânico matérial soluções são usualmente menos solúveis em água e frequentemente contem altas concentrações de suspensão de solidos, que podem causar sedimetnação, com que consequentemente danifica o sistema de irrigação.
- Aplicação de combinação de orgânica nutrientes devem ser evitados, e a prepação de uma adequada solução deve ser assegurada
- Efetiva filtração e manutenção do sistema são pre requesitos para o sucesso da cultura
- Sistema de retrolavagem e desinfecção tratamentos são essencial quando nutrientes orgânicos são usados, para assegurar a longevidade do sistema.

Permitido orgânico nutrientes that são comumente aplicados atráves de irrigação localizada

- Guano e suspenção de urina
- Amino acidos ( De epitlial e ezimatica hidrolise de gado)
- Ácido húmicos

Adequada nutriente solução preparação

Orgânico solidos nutrientes devem ser dissolvidos em água corretamenteo em corretas concentrações, por exemplo:

- Guano : Misture com uma razão de 1:10 ( 100 litros de água por 1000 litros águas).
- A solução deveria suportar tempo suficiente (7-10 dias, dependendo da estação e da qualidade do protudo), até a solução esta livre de solids suspenos obtidos.
- O tanque sucção ponto devem ser localizado horizontalmente, e não menos que 40 cm do ponto to tanque para evitar sucção de sedimentos
- O tanque da valvúla de descarga deve ser localizado no botão do tangue abaixo para permitir evacuação cheia dos sedimentos
- Os sedimentos do tanque devem ser usados espalhados no campo.

- Oragânicos nutrientes nunca devem ser aplicados em conbinação com inorganico fertilizantes.


Se um ácido e aplicado como nutriente na agricultura combinado com um inorganico nutriente, isto ira causar uma floculação.

àcidos humicos + N our K ou Ca = Floculação = Entupimento

Outra problematica interação frequentemente ocorre entre materiais injetados em sistemad e microorgânismos vivendo dentro de sistemas, ou que são injetados nele. Organico nutrientes injetados em um sistema contaminado com bacteria sao  comumente develvido bateria limo, que pode entupir o gotejador.

"Evite misturar orgânico nutrientes no tangue".

Orgânico nutrientes devem ser filtrados antes que eles sejam injetados no sistema de irrigação.

A injeção do ponto do nutriente orgânico deve ser localizado antes do principal sistema de infiltração em ordem de previnir entupimento.


Ácido tratamento em organica agricultura

- Acetico
- Citrico
- Oxalico
- Para acetico

É possível usar cloro, peróxido de hidrogênio, para desinfecção e oxidação, dependendo do local e padrões.

na agricultura orgânica os processos devem ser realizados de acordo com pertininente regulamentações em cada pais, e de acordo com as certificadas autoridades.


Fonte: Netafim

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sexta-feira, 23 de dezembro de 2016

Como fazer o preparado 500 no Nordeste


      O preparado 500 e um dos preparados biodinâmicos propostos por Rudolf Steiner (1924), que tem por objetivo vivificar o solo, auxiliar o desenvolvimento radicular das plantas, auxiliar ação dos micro-organismos benéficos do solo, auxiliar ao transplante e propagação de estacas, como também a todo ação que envolva os sistema radicular da planta. Para preparação deste preparado faz necessário coletar chifres de vacas, que tenham tido pelo menos uma lactação, os chifres devem ser limpos e lavados e colocados ao sol para diminuir um pouco o seu odor. 

        A segunda etapa e coletar esterco de vaca fresco nas primeiras horas da manhã 5 a 6 h, de preferencia de animais que alimente- se na propriedade onde está sendo elaborado o preparado, vale ressaltar que deve-se utilizar esterco de vacas saudáveis com bom vigor, que não faça uso de quaisquer elementos convencionais para o seu desenvolvimento.  Com o  material em mãos os chifres são enchidos um a um, colocando se uma leve pressão para que todo o interior do chifre seja preenchido.

         Com os chifres prontos a  terceira etapa será confeccionar um buraco no solo com dimensões de 60 cm x 60 cm x 60 cm, em uma área com boa drenabilidade e que não acha risco de encharcamento, deve-se atentar a não cavar muito próximos a arvores, para evitar que o sistema radicular das mesmas cresçam em direção aos chifres e venha desenvolver-se no interior dos mesmos. 

O preparado 500 deve ser elaborado logo inicio da estação chuvosa, após as primeiras chuvas permanecendo enterrado até o fim das mesma. Durante esse período o chifre ira captar as forças cósmicas era concentra-las no esterco contido no interior do chifre. No semiárido como não existe uma estações bem definidas geralmente esse período varia de Janeiro a Julho. Onde após isso o material poderá ser desenterrado e utilizado em uma concentração de 250 g de P500 para cada sem litro de água, aplicado ao campo durante o entardecer após 16 h, com  bombas gostais obtendo gotas grossas.

      O preparado após esse período apresentará uma textura suave, com ausência de cheiro. Seu material pode ser armazenado em um recipiente de barro. Deve-se manter sempre o preparado um pouco úmido e o recipiente deve ser tampado com tampa de barro, afim de evitar que o preparado perdas as energias cósmicas acumuladas durante o inverno. Não a restrição de sua aplicação há nenhuma cultura, deve-se apenas atentar ao impulso que se quer realizar na planta. Outro fato importante e que para o preparado surta efeito a necessidade de uma correta dinamização como também sua aplicação.


Por: Leoncio Gonçalves Rodrigues. 












      








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terça-feira, 6 de dezembro de 2016

Agrotece - Calculos Topográfia, Qualidade da água e Fertilidade do solo

        O Dimensionamento de sistemas de irrigação requer uma inúmera quantidade cálculos, que algumas vezes são complexos quanto que em outras são dispendiosos, desta forma disponibilizo a vocês uma planilha que auxiliara nos cálculos de adubação, onde constam informações sobre as culturas e suas demandas nutricionais para o estado do Ceará. Na parte de qualidade da água é apresentado meios para calcular a lâmina de lixiviação, ou seja, a lâmina de água necessária para lixiviação do excesso de sais, como também determinação dos índices de salinidade e sodicidade. Por último uma planilha que auxiliará nos cálculos de medição de área que são realizados com uso de teodolito.



       O intuito de desenvolvimento deste trabalho e auxiliar técnicos, tecnólogos de agricultura e irrigação, no desempenho de suas funções. As planilhas foram revisadas varias vezes, porém mesmo assim almejo que apareça dicas e sugestões para que a mesma possa ser aprimorada é atualizada.
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segunda-feira, 21 de novembro de 2016

Como fazer o preparado 501

Resultado de imagem para quartzo   O preparado tem sua aplicação direcionada à planta. Atua diretamente nas suas funções fotossintéticas, favorecendo os processos que envolvem luz e calor. Este preparado é conhecido como preparado da "luz" trazendo forças cósmicas da periferia e intensificando a atuação da luz solar. Seu uso torna-se essencial por atuar na estruturação interna das plantas  como também em seu desenvolvimento. Assim como para qualidade nutritiva e sua resistência a doenças. Aconselha-se não usar este preparado em estágios inicias de desenvolvimento da planta ou seja em momentos de estabelecimento da cultura em campo, até que o sistema radicular esteja bem estabelecido, sendo aconselhado sua utilização na pré floração e frutificação. 
      Utiliza-se de 1 a 4 gramas de 501, diluído em 60 a 100 litros  de água, para um hectare dinamizado, e aplicado ainda pela manhã quando ainda se tem presença de orvalho. Sua aplicação deve ser direcionada para o alto, e sua aplicação deve ser feita na forma de uma nevoa fina, para isso você pode utilizar uma atomizador costal, não e recomendado aplicar sobre flores, pra não induzir sua desidratação e aborto. Por aumentar a transpiração deve-se garantir água suficiente nos próximos dias apos aplicação. Sua aplicação quando realizada de forma rítmica fortalece as folhas contra o ataque de fungos e insetos ( Três dias seguidos na mesma hora por trez semanas). Quando se deseja maturação de frutos realizar aplicação pela parte da tarde.


Chifre-sílica

Pastagem: em pleno estágio vegetativo(15 a 30 dias após pastoreio);
Culturas anuais: Antes da floração, durante a formação de vagens, frutos e grãos;
Adubação verde: Antes da floração, antes da formação de sementes;
Horta: Antes da floração, maturação, para formação de folhosas.


 Como fazer?

Para o realizar a preparação do preparado 501 a primeira coisa a se fazer e conseguir algumas pedras de quartzo, o quartzo e um dos materiais mais abundantes da face da terra ocupando 12% de todo seu volume, possui uma estrutura cristalina trigonal composto por tetraedros de silício SiO2 onde cada oxigênio fica divido entre dois tetraedros. O seu hábito cristalino é um prisma de seis lados que termina em pirâmides de seis lados, embora frequentemente distorcidas e ainda colunar, em agrupamentos paralelos, em formas maciças (compacta, fibrosa, granular, criptocristalina), maclas com diversos pseudomorfos. Possui dureza 7 na Escala de Mohs.

     Adquirida algumas pedras de quartzo, o passo seguinte e adquirir alguns chifres de vacas, que tenha tido pelo menos uma gestação. Os chifres iram atuar como receptores da força cósmica, centralizando toda essa energia astral no silício do quartzo. O chifre de vaca possui estrias na sua base referente a cada lactação proveniente da deficiência de cálcio nesse período que e direcionado ao leite, formando pequenos anéis, quando que o chifre de boi possui apenas estrias verticais.

     Adicione os cristais de quartzo em um pilão de ferro como o ilustrado na imagem e inicie um processo de pilação, até que a rocha esteja totalmente fragmentada, caso necessário repita este processo até que tenha-se conseguido forma uma areia.



     Após isso coloque o material triturado em uma vasilha e com auxilio  de uma peneira realize um processo de peneiramento afim de remover partículas grosseiras que deverão retorna ao pilão. Com o material em mãos agora ira pegar um imã e ira passar em todo o material afim de remover partículas de ferro que se desprendem do pilão no processo. Após esta etapa o material devera ser colocado sobre uma chapa de granito e com auxilio de outra parte de granito o material devera ser submetido a uma moagem, onde por fricção devera se obter uma partícula tão fina quanto sal de cozinha. E um processo que requer calma e paciência, realize movimentos circulares como se estivesse fazendo uma dinamização, com movimentos horários e anti-horários.



    Por fim, pegue este material  pronto, e coloque em um recipiente e vá adicionando água ate o mesmo atingir uma consistência como uma papa, este material será colocado no interior do chifre, onde posteriormente será enterrado no solo. Em uma cova de dimensões  40 x 40 x 40 cm, em um local que apresente características de boa fertilidade. Sendo no hemisfério norte enterrado no inicio do verão e desenterrado no inicio do inverno.

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Aspectos gerais da Palma forrageira (Traduzido por Leôncio).

Jose C.B. Dubeux Jr.a, Hichem Ben Salemb and Ali Nefzaouic a University of Florida, North Florida Research and Education Center, Marianna, ...